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23/01/2017
Vida longa para o painel da entrada da cidade

O Prefeito Sergio Ghignatti recebeu a ex-colega do Instituto João Neves da Fontoura, Mafalda Roso, criadora da obra do painel instalado na Rua Virgílio de Abreu esquina com Andrade Neves. Mafalda solicitou atenção especial, cuidados e valorização do monumento público, que dá “boas vindas” para quem chega a cidade.

A primeira medida tomada pelo prefeito foi solicitar que o secretário de Governo, Luciano Lara, solicite ao departamento técnico da Prefeitura uma avaliação e medição da obra para definir se ela pertence ou não ao Município por estar no muro de uma propriedade privada. O próximo passo deve ser o pedido de tombamento da obra de arte, o que ganhou apoio do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural (Compahc) de Cachoeira do Sul.

VALORIZAÇÃO – O secretário de Meio Ambiente, Henrique Witeck, já tem propostas para valorização do local. Ele pretende implantar uma melhor iluminação, fazer o ajardinamento e aumentar a calçada, tornando o local uma área de convivência.

A história do painel

– A ideia de criar o painel partiu do professor Cláudio Afonso Martins Costa com apoio da diretora da Escola Superior de Artes Santa Cecília para as estudantes do curso de Artes Plásticas. A escola funcionava onde hoje está a Casa de Cultura Paulo Salzano Vieira da Cunha.

– A ideia não era apenas criar o desenho, mas também executar em barro, em medidas correlatadas com as que ele teria no local definitivo: 7 metros de comprimento por 3 de altura. Ele seria posteriormente moldado em barro e finalizado em cimento. O tema deveria ser “Nossa cidade”.

– O prazo para entrega do trabalho na prancheta foi de um mês.

– O projeto de Mafalda Roso foi o vencedor. O segundo lugar foi de Maria Lúcia Mór, a Ucha.

– O projeto de Mafalda apresentava um homem (como centro de domínio da cena), uma engrenagem (na época representando o Mernak, que era uma indústria forte da década de 60), uma cabeça de boi, arroz, trigo, telhados e chaminés. Além disso traz a frase “Sinta-se feliz na capital do arroz.

– Todas as colegas participaram da modelagem do painel, feito em uma prancheta única, em madeira, com escadas sobrepostas para que as alunas pudessem ter acesso a todas as partes do painel.

– Foram usados entre 6 e 7 toneladas de barro, providenciado pela Olaria Kipper.

– As alunas tinham aula normalmente durante o dia e se dedicavam a modelagem à noite entre 18h até 23h. No período de férias era o dia inteiro.

– O modelo para escultura de corpo da figura humana foi Itamar Saraiva, que na época era o namorado (hoje esposo) de Giceli Saraiva. Ele foi indicado por Erwino Wilheln, proprietário da Casa Augusto Wilheln (patrocinadora da iniciativa). Itamar era funcionário da empresa.

– A cabeça da escultura foi feita pelo renomado artista plástico da época, Fernando Corona, trabalho que demorou todo um sábado e mais a manhã de um domingo.

– Para ser levado para o local onde está hoje o painel foi dividido em placas que não ultrapassavam de 70 centímetros. As peças foram cortadas com tiras de alumínio. Foram ao todo 96 peças. Cada uma delas tinha um número para ser montada depois como um quebra-cabeça.

– O trabalho de Mafalda Roso foi homenageado com o troféu “Assembleia Legislativa, que foi entregue pelo presidente Otávio Germano. 

 
 
 
 
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