Em ato realizado na manhã desta sexta-feira (15/05) em seu gabinete, o prefeito Leandro Balardin formalizou a destinação de equipamentos de informática ao Centro de Atendimento de Saúde (CAS), serviço voltado aos usuários com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em funcionamento há cerca de um ano junto à APAE. O investimento na informatização do centro, com materiais cedidos para uso específico mas patrimoniados no inventário da Administração Municipal, atende à necessidade de digitalização das operações subsidiadas via Sistema Único de Saúde (SUS), a fim de que a equipe possa progredir para os prontuários eletrônicos, expedição de receitas médicas on-line e encaminhamentos dos exames em formato integrado e digital.
Essas medidas, lembra a titular da Secretaria Municipal da Saúde, Camila Barreto, integram as recomendações de melhorias através do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), liderado pelo Ministério da Saúde e que se utiliza da experiência em gestão de uma das maiores excelências em assistência de saúde do país, o Hospital Israelita Albert Einstein. A partir do PROADI, no qual a secretária cachoeirense atua como pesquisadora em um curso de especialização, o projeto prevê uma radiografia do CAS e sua operacionalidade e deverá apontar, em meio a um trabalho contínuo de até um ano, ações articuladas em rede e medidas de gestão em saúde que possam otimizar as filas de acesso às terapias e promover o amplo desenvolvimento e reabilitação dos pacientes no espectro autista de diferentes faixas etárias.
ITENS DOADOS
Para que o novo plano de gestão possa ser implantado, a Prefeitura Municipal está cedendo ao CAS um computador de mesa, um notebook, impressoras, estabilizadores de energia e outros acessórios de informática, todos recentemente adquiridos. O Centro de Atendimento de Saúde (CAS), que integra a política estadual do TEACOLHE, recebe mensalmente verba de R$ 100 mil para custeio das terapias dos pacientes. “A meta da gestão Leandro Balardin é apoiar o serviço com materiais e investimentos que possam ampliar vagas de terapias, consultas e exames especializados. Estamos buscando recursos para concretizarmos as melhorias que a causa autista merece”, destacou Camila Barreto.
No último mês, o CAS atendeu 200 pessoas, segundo informações da coordenadora, Tárcia Cheiran.